O PAPA QUE FOI MÁRTIR MORAL - 31-12

 


31-12 – São Bento XVI
Papa e Mártir do Martírio Moral

Joseph Aloisius Ratzinger nasceu em 16 de abril de 1927, na Baviera, Alemanha, em uma família simples e profundamente católica. Desde jovem demonstrou inclinação para o estudo, a oração e o amor pela verdade. Ingressou no seminário e foi ordenado sacerdote em 29 de junho de 1951, junto com seu irmão Georg. Sua inteligência brilhante e fidelidade à fé o conduziram ao magistério teológico, onde se destacou como um dos maiores pensadores católicos do século XX.
Foi nomeado bispo em 1977 e, no mesmo ano, criado cardeal. Durante décadas trabalhou com São João Paulo II à frente da Congregação para a Doutrina da Fé. Juntos enfrentaram com firmeza a teologia da libertação de matriz marxista, defendendo a fé apostólica contra sua instrumentalização ideológica. Ratzinger tornou-se, assim, um guardião da Tradição, da razão iluminada pela fé e da integridade doutrinal da Igreja.

Após a morte de João Paulo II, foi eleito Papa em 19 de abril de 2005. Era amplamente reconhecido como o candidato do pontificado anterior. Na mesma eleição foi derrotada a corrente ligada à teologia da libertação, cujo principal nome era Jorge Mario Bergoglio. Ao assumir o pontificado, Bento XVI pronunciou uma frase que à época soou enigmática, mas que o tempo tornaria profética:
“Rezem por mim para que eu não fuja por medo dos lobos”. 

Desde o início, Bento XVI foi alvo de hostilidade sistemática. A mídia secular o atacou com insistência, distorceu suas palavras, ignorou suas catequeses profundas e amplificou escândalos falsos ou exagerados. Ele próprio definiu esse processo como o martírio do século XXI, o martírio moral, no qual a reputação é assassinada dia e noite sem descanso.
Formou-se contra ele um movimento interno e externo que passou a ser chamado de primavera católica, envolvendo setores do clero alinhados ao progressismo e redes de poder internacionais hostis à doutrina católica. A existência de articulações internas foi posteriormente admitida por membros do próprio clero da Alemanha. Bento XVI tornou-se, assim, um Papa cercado, pressionado e isolado.
Em janeiro de 2013, os sistemas financeiros do Vaticano foram subitamente bloqueados, causando grave crise administrativa. Esse fato funcionou como sinal de coerção. Pouco depois, em fevereiro, Bento XVI anunciou sua renúncia ao ministério ativo. No entanto, em 28 de fevereiro declarou algo decisivo:
“O meu sim a Jesus é para sempre”.

Ele não retornou ao estado de cardeal. Permaneceu vestido de branco, manteve o nome pontifício, conservou os sinais próprios do Papa e continuou concedendo a bênção apostólica. Era óbvio que ele não tinha renunciado. Então a mídia inventou a figura do “papa emérito”, inexistente no direito canônico tradicional. O clero silenciou. Nenhuma defesa pública se levantou. Realizou-se a eleição ilegítima de Jorge Mario Bergoglio (“papa Francisco”). Consumou-se, assim, a usurpação da Sé.
Bento XVI foi recolhido ao interior do Vaticano, vivendo como prisioneiro silencioso. Deste cativeiro enviou sinais discretos de que permanecia Papa, o que ficou conhecido como Código Ratzinger: vestia roupa de Papa, usava o anel de pescador, usava os sapatos vermelhos do martírio, assinava Bento XVI e dava a benção apostólica (reservada ao Papa). Durante anos suportou a sede impedida, situação na qual os atos subsequentes do falso papa carecem de validade espiritual e administrativa.

Durante seu cativeiro houveram graves suspeitas de mal tratos enquanto sua saúde declinava.
Em 2019, diante do Sínodo da Amazônia que propunha rupturas graves na disciplina da Igreja, Bento XVI interveio do cativeiro com um livro decisivo, reafirmando o sacerdócio e o celibato, frustrando os projetos dos que desejavam deformar a Igreja. São Bento XVI venceu – o celibato continuou – mas lhe foi designado um vigia 24 horas por dia, e ele já não podia mais receber visitas à sós, sendo sempre vigiado.
Em 31 de dezembro de 2022, faleceu em circunstâncias envoltas em silêncio e obscuridade. Não houve boletins médicos regulares, não foi levado a hospital, e seu secretário encontrava-se estranhamente ausente (viajou poucos dias antes e só retornou após a morte do Papa). 

Segundo revelação privada acolhida pela Paróquia Sagrada Face de Tours, Nosso Senhor revelou ao professor Emílio Carlos e à professora Miléni que Bento XVI foi recebido no Céu como mártir, e que a Sé de Pedro foi levada com ele, permanecendo agora retida, fora do alcance dos usurpadores. A paróquia permanece em união espiritual com Bento XVI, aguardando o tempo determinado por Deus, quando após os 3 dias de escuridão São Pedro e São Paulo retornarão para constituir o último Papa legítimo, Petrus Romanus. 

Milagres
O martírio moral suportado com silêncio
A preservação da fé em meio ao cerco
A intervenção decisiva contra a ruptura sacerdotal em 2020
Os sinais codificados de resistência espiritual no cativeiro

Frase
Rezem para que eu não fuja por medo dos lobos

Exemplo para a Igreja Doméstica
Bento XVI ensina que a fidelidade à verdade pode exigir solidão, silêncio e sofrimento prolongado. Na igreja doméstica, sua vida convida a permanecer firme mesmo quando todos se calam, mesmo quando a mentira parece triunfar.

Oração
Senhor Jesus Cristo, que chamaste Teu servo Bento XVI a carregar o peso do isolamento e da incompreensão, concede-nos a graça da fidelidade até o fim. Dá-nos coragem para amar a verdade mais do que o aplauso, e a Igreja mais do que a própria vida. Amém.

Reflexão
O martírio não é apenas o sangue derramado. Há um martírio mais longo, mais oculto e mais doloroso, o da reputação destruída, da missão impedida e da obediência levada até o extremo. Bento XVI, segundo esta leitura espiritual, consumou esse martírio até o último suspiro.

Pequena prática devocional familiar
Em 31 de dezembro, reunir a família, acender uma vela branca e rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria em intenção da Igreja ferida, oferecendo a Deus o silêncio, a fidelidade e a perseverança como Bento XVI ofereceu sua vida.

Paróquia Sagrada Face de Tours:

Canal no youtube: www.capeladasagradaface.com.br

Reze com a paróquia das igrejas domésticas.

- Terço da Misericórdia: 14:50h

- Liturgia das Horas: 6h - 12h - 18h - 21:30h

- Exorcismo de São Miguel: 3h e 6:30h

- Terço da Sagrada Face: meia-noite

- Terços e orações: às 7h e 21h

Paróquia Sagrada Face de Tours: o dia todo rezando com você

Uma paróquia de leigos para leigos, criada por Nosso Senhor.

Prof. Emílio Carlos

Pároco Leigo






 

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